< Voltar Mayara em Zagreb 2020

Sobre

Oi! Meu nome é Mayara, mas pode me chamar de Maya. Nasci num dia de São Valentim, o que é super relevante se você não mora no Brasil, e atualmente vivo em Praga.

Eu sempre tive blogs. Criei meu primeiro ainda criança, em 2005. Desde então, a internet tem sido minha paixão número um. Eu amo ter visto e vivido tantas mudanças na forma como nos comunicamos e basicamente vivemos nosso dia a dia, já que hoje em dia é impossível conhecer uma pessoa que não faça uso da internet diariamente.

Como surgiu o blog Call me Maya?

Criei o Call me Maya em 2015, tentando resgatar o que eu conhecia como blog – um diário virtual. Sempre postei esporadicamente e fui mais ativa nas minhas redes sociais, principalmente no Instagram.

O nome surgiu depois de cansar de repetir meu nome várias e várias vezes para os gringos que nunca conseguem pronunciá-lo na primeira tentativa.

Quando criei o blog, eu estava morando na Romênia, um país completamente novo pra mim, onde eu não conhecia ninguém, e que hoje é meu país do coração – uma das metas dos próximos anos é voltar a morar lá. Por conta de tudo que eu estava vivendo naquele momento, fazia sentido postar constantemente sobre viagens, especialmente porque eu queria mostrar pra todo mundo que é possível viajar com pouquíssimo dinheiro (passando uns perrengues, mas faz parte).

Minha realidade 5 anos atrás era muito diferente. Eu mal tinha saído da minha cidade até meus 20 anos, e então, aos 20, fui trabalhar em navios como vendedora e conheci vários países. Tudo mudou pra mim. O contato com culturas diferentes me transformou e me deu um gás pra aprofundar em várias delas. Isso despertou uma paixão pelo leste europeu e, entre contratos no navio (fiz 6!), eu viajava – quase sempre sozinha.

No Brasil, eu trabalhava como designer gráfico e em 2020 voltei a estudar. Durante a primeira quarentena, consegui meu primeiro freela fixo na minha área (design de interfaces) e percebi que poderia ajudar muitas pessoas a viver a vida que eu considero dos sonhos. Hoje, tenho flexibilidade, faço meus horários e moro num país incrível, mas posso mudar a qualquer momento sem ter medo de perder minha estabilidade financeira. Trabalho muito, sim, mas com o que amo.